São Josemaria Escrivá. Fundador do Opus Dei - Aconteceu nesta data Vida e ensinamentos de São Josemaria em cada dia. http://www.pt.escriva.org/ <![CDATA[15.10.1931]]> É capelão do patronato de Santa Isabel, Madrid, e atende as religiosas Agostinhas recolectas do Real Mosteiro. Um dia como o de hoje, escreve: “Ao sair da clausura, na portaria, mostraram-me um Menino Jesus que era um Sol. Nunca vi um Jesus mais bonito! Encantador: despiram-no: está com os bracinhos cruzados sobre o peito e os olhos entreabertos. Lindo: comi-o com beijos e... de boa vontade o teria roubado”.]]> <![CDATA[14.10.1932]]> “Se não O deixares, Ele não te deixará”, anota.]]> <![CDATA[13.10.1931]]> “Disse noutro dia que faço pouca oração, e tenho de retificar, ou melhor, de explicar este conceito: não tenho ordem – faço o propósito de a ter, a partir de hoje -, não costumo fazer meditação (a partir de hoje também farei uma hora diária), mas oração de afetos, passo muitos dias a fazê-la, desde manhã até à noite: é claro que, em certos momentos, de modo especial”, anota, ao falar da oração que Deus o ajuda a fazer por esses dias.]]> <![CDATA[12 de outubro: Festa de Nossa Senhora do Pilar]]> Celebra-se a festa de Nossa Senhora do Pilar. Referindo-se a esta invocação mariana diz:: “A devoção à Virgem do Pilar começa na minha vida desde que com a sua piedade de aragoneses a infundiram os meus pais na alma de cada um dos seus filhos. Mais tarde, durante os estudos sacerdotais, e também quando frequentei o curso de Direito na Universidade de Saragoça, as minhas visitas ao Pilar eram diárias. Em Março de 1925 celebrei a minha primeira Missa na Santa Capela. A uma singela imagem da Virgem do Pilar confiava eu por aqueles anos a minha oração, para que o Senhor me fizesse ver o que a minha alma já pressentia. Domina –dizia-lhe em termos latinos, não muito clássicos, mas embelezados pelo carinho -, ut sit, que se faça de mim o que Deus quiser”.]]> <![CDATA[11.10.1962]]> Começa o Concílio Vaticano II. São Josemaría pede que se reze muito “pelo feliz sucesso desta grande iniciativa que é o Concílio”]]> <![CDATA[10.10.1964]]> Paulo VI entrega-lhe uma carta manuscrita e oferece-lhe um cálice igual a outro que presenteara ao Patriarca Atenágoras. Ao comentar o carinho que o Papa tem a todos os seus filhos, acrescenta: “Também a mim que sou o mais indigno e não mereço nada”]]> <![CDATA[9.10.1931]]> “Hoje, na minha oração, reafirmei o propósito de ser Santo. Sei que o conseguirei: não porque esteja seguro de mim, Jesus, mas porque... estou seguro de Ti”, anota num dia como o de hoje.]]> <![CDATA[8.10.1967]]> “Não há outro caminho, meus filhos: ou sabemos encontrar o Senhor na nossa vida corrente, ou nunca o encontraremos. Por isso vos posso dizer que a nossa época precisa de restituir à matéria e às situações que parecem vulgares o seu nobre e original sentido, colocá-las ao serviço do Reino de Deus, espiritualizá-las, fazendo delas o meio e a ocasião do nosso encontro permanente com Jesus Cristo”, diz na homilia que pronuncia hoje no campus da Universidade de Navarra e que será publicada com o título “Amar o mundo apaixonadamente”. A homilia do campus: sentido de uma mensagem… por Pe. Pedro Rodríguez]]> <![CDATA[7.10.2002]]> Memória de Nossa Senhora do Rosário. João Paulo II, durante a audiência concedida aos participantes na canonização de São Josemaria Escrivá, diz: “É-me grato concluir com uma referência à festa litúrgica do dia de hoje, Nossa Senhora do Rosário. S. Josemaria escreveu um livro maravilhoso, intitulado Santo Rosário, que se inspira na infância espiritual, na disposição de espírito própria daqueles que desejam alcançar um abandono total na vontade divina. É do íntimo do coração que vos confio a todos à protecção maternal de Maria, assim como as vossas famílias e o vosso apostolado, agradecendo a todos a vossa presença aqui”,]]> <![CDATA[6.10.2002]]> João Paulo II canoniza Josemaria Escrivá diante de uma multidão de pessoas dos cinco continentes, na Praça de São Pedro, Roma. Na homilia diz: “São Josemaría foi um mestre no exercício da oração, que ele considerava como uma “arma” extraordinária para redimir o mundo. Assim recomendava sempre: “primeiro, oração; depois, expiação; em terceiro lugar, muito «em terceiro lugar», ação” (Caminho, 82). Não se trata de um paradoxo, mas de uma verdade perene: a fecundidade do apostolado depende sobretudo da oração e de uma vida sacramental intensa e constante. Em última análise, este é o segredo da santidade e do verdadeiro êxito dos Santos”. ]]>